Avaliando o protesto do 3º ato político #forabolsonaro ocorrido nas ruas de Petrolina, no Sertão do São Francisco, no qual fora feita uma “encenação artística” da destruição das caricaturas do Presidente da República Jair Bolsonaro e do Senador Fernando Bezerra, na tarde do sábado (3 de julho) na Orla da Terra dos Impossíveis. A professora e vereadora suplente Marciana Freire, criticou o episódio da derrubada do muro improvisado, protagonizado pelo Partido dos Trabalhadores e siglas de esquerda.
Marciana considera uma decepção para a categoria de educadores que durante a destruição do simbólico muro dos executivos, o Professor e Vereador por Petrolina – Gilmar Santos (PT) tenha sido um dos atores coadjuvante do ato político. Confira a íntegra do desabafo feito pela professora Marciana Freire:
— Como professora e defensora da classe e principalmente por ver e saber que é somente pela educação que podemos melhorar o futuro de nossas crianças, de nosso país, tenho a obrigação de me embasar sobre os índices educacionais do nosso município. E fico muito decepcionada por ter na Câmara, um vereador que leva o nome de “Professor” Gilmar, que infelizmente alimenta o ódio, a ira, o mau exemplo, como o último ato que o mesmo encabeçou num movimento vergonhoso!!!
Professo Gilmar, como seus alunos avaliam um ato tão nojento e vergonhoso como aquele? Será que os pais de seus alunos vão gostar de um exemplo tão feio como o que o senhor fez? Por favor, vereador, não suje uma classe tão forte, responsável em transmitir conhecimentos como a dos professores, não! – Escreveu a Professora Marciana Freire, em comentário postado no grupo de líderes comunitários de Petrolina.
Concordo com a professora marciana por que essa sim faz jus ao nome professor,já esse Gilmar que usa um nome tão bonita de professor,ele não faz jus a esse nome por que a classe de professor ensina asser cidadão não a ser vagabundo por que a atitude dele não passou disso.eu como professor fico com vergonha.desse cidadão usar esse nome (professor)