Após familiares de Érika Maiane Ribeiro, 17 anos, revelarem os momentos de dor e agonia que ela vivenciou semana passada no Hospital Materno Infantil, administrado pela Prefeitura de Juazeiro, no norte da Bahia, em que segundo a família mesmo procurando o referido hospital para fazer o trabalho de parto a família não tivera sucesso para a feitura do parto em tempo de salvar a vida do bebê. A reportagem do Jbrito conversou nesta segunda (3) com a vereadora e presidente da Comissão de Saúde da Casa Legislativa baiana- Valdeci Alves, popular Neguinha da Santa Casa.
Tendo em vista que este não é o primeiro caso de denúncia de negligência médica na Maternidade, durante a gestão do Novo Tempo em Juazeiro, a parlamentar ressaltou ser bem complicado está adentrando num caso desse, mas que teve contato com o pessoal da maternidade com a enfermeira, médico de plantão e ele a explicou o que estava acontecendo.
“Segundo o que eu soube essa criança já chegou morta, que foi feito uma ultrassom antes de ela ser internada, aí constataram que o feto já estava morto. E aí qual o procedimento porque essa mãe estava tomando antibiótico também e podia ser que tivesse como se fazer um parto cesária como fora feito”, declarou.
Ainda segundo a vereadora, “o procedimento é o seguinte: usa-se a medicação para o colo do útero abrir e aguarda mais de 12 horas, no caso que ela não abriu o colo do útero para parir, então eles fizeram o parto cesárea e pela foto que eu vi nas redes sociais aquela criança tinha dias que estava morta, pois, ela estava com o corpo descamado”, disse Neguinha.
Questionada se diante da precariedade no atendimento no Hospital Materno Infantil de Juazeiro, relatado na imprensa por familiares, a parlamentar responde que:
“Com certeza porque em todas as maternidades em qualquer país vai acontecer, mas a gente não quer que aconteça porque uma mamãe tá esperando 9 meses o seu filho. Agora tem que procurar saber porque essa criança morreu. Será que não estava com problema no cordão umbilical?”, destacou a vereadora Neguinha da Santa Casa, que enfatizou ainda que o número de nascidos mortos no Vale do São Francisco diminuiu muito, “e nós temos que saber que é uma rede e as maternidades de Juazeiro e Petrolina recebem demandas de 53 municípios pactuados.
Da Redação do Jbrito
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