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Leitor avalia os 100 dias da prefeita Suzana Ramos em Juazeiro, e dispara: ‘Até agora a cidade trocou 6 por meia dúzia’, diz ele

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O leitor Luiz Carlos de Barros contribuinte e juazeirense enviou ao e-mail do Portal JBrito neste sábado (10) uma leitura crítica dos 100 dias da gestão da primeira prefeita mulher em Juazeiro da Bahia, Suzana Ramos (PSDB). Para ele, até agora a gestora tá boa no discurso, mas na prática ainda deixa a desejar e muito, confiram:

Olá Jean Brito, envio-lhe mais uma colaboração através de Artigo para o seu Portal, espero que seja postado, sei do seu compromisso com o fazer jornalismo de VERDADE na comunicação do Vale do São Francisco, por isso, aguardo a postagem, obrigado!

Hoje quero falar dos 100 dias da gestão Suzana Ramos e o mais do mesmo, nossa cidade trocou seis por meia dúzia, pois vejam:

Na saúde  – alguns postinhos continuam sem médico e ainda para completar em meio a esse famigerado vírus, o coronavírus, a prefeitura de Juazeiro não conseguiu mandar fazer um aplicativo para agendamento de vacinas, e o pior faltam logísticas para a aplicação das doses, prova disso, é que o Governo do Estado da Bahia até passou um mês sem enviar vacinas porque a secretaria da saúde de forma lenta não havia aplicado 30% das doses. E o povo morrendo. Ah! Vale lembrar que o Hospital de Campanha, só foi reaberto após pressão de vereadores da Oposição com apoio da imprensa séria.

Obras – Posso até está equivocado mais até hoje dia 10 de abril, 100 dias de governo, não existe uma obra na cidade com a marca da gestão Suzana. O que vemos são obras de continuidade uma herança do ex-prefeito Paulo Bomfim e propagandas que mais parecem piada como, por exemplo, aquela que diz: “Mais trabalho e Menos Muriçoca”. Perdoe-me a franqueza mais cadê o trabalho? Muriçocas, ah… Continuam infernizando a vida das pessoas, vá à periferia a partir da seis horas da tarde e confirmem o que digo.

Ação Social – No tocante a ação social a prefeitura até agora fica no campo do imaginário, pois além de músicos tocando nos semáforos rodando o chapéu para suprir as necessidades básicas da família, a regularização fundiária parece utópica – só existe na cabeça do secretário de obras.

Em resumo, gostaria de ressaltar que continuo acreditando no governo da prefeita, mas caso a gestão siga neste ritmo lento, no campo do faz de contas, em até seis meses, será preciso pensar em um novo nome para ocupar a cadeira do Paço Municipal, por enquanto na Terra da Bossa Nova quem está dançando é o povo sofrido da nossa amada Juazeiro.

Luiz Carlos de Barros, juazeirense

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