Os 38 dias da nova gestão municipal administrada pelo Prefeito Andrei Gonçalves (MDB) já começa a ser palco de críticas nos quatro cantos da Terra da Bossa Nova no Brasil, Juazeiro, no norte da Bahia. Prova disso, a prefeitura de acordo com publicação no Diário Oficial do Município realizou um Mega Contrato no valor de R$ 59.200,00, por cerca de 47 meses, para alugar parte de um imóvel no Bairro Maringá, onde pretende migrar a sede do Paço Municipal, que tradicionalmente funciona na área central da cidade baiana.
A mudança causa um grande debate por apoiadores e opositores do Governo Andrei: “Como assim? Quer dizer que a prefeitura prorroga o estado de crise no município e faz um contrato milionário desse na calada da noite com a iniciativa privada?”, comenta um leitor da base governista.
Para outro leitor e opositor ao governo ‘nada dar certo começando errado’:
“A cidade numa sujeira danada em cada rua um esgoto entupido e o prefeito celebrando contrato para afastar a prefeitura do centro da cidade. Cadê a democracia de meu prefeitão. Vamos contratar pessoas para trabalhar, o SAAE está parado desde o início do seu governo, o senhor não está vendo isso?”, questiona outro juazeirense em reserva.
Desserviço do SAAE
Na Rua Riachuelo, Bairro João 23, é um exemplo claro da ausência de ação da Companhia Serviço de água e Saneamento Ambiental de Juazeiro – SAAE.
Por lá, moradores reclamam nas redes sociais que há uma semana a rua estar repleta de lama, esgoto e mau cheiro, colocando em risco a saúde das pessoas.
Assim com o João 23, na Rua Novo Mundo no Centro de Juazeiro moradores reclamam que há 2 meses não consegue a presença da equipe do SAAE, a rede geral está entupida e em algumas casas o esgoto retorna para dentro das residências.
Em nota o SAAE prometeu desobstruir as redes de esgoto esta semana, mas a ideia parece ter ficado apenas nas letras do texto da Ascom. Será que a equipe do SAAE está reduzida? Por que o prefeito Andrei não contrata novos funcionários?
Da Redação

