Os gargalos de infraestrutura seguem como um dos principais entraves à competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional. Estradas, ferrovias, armazéns e conectividade ainda avançam em ritmo menor que a produção, elevando custos e dificultando o escoamento da safra.
As propostas de Flávio Bolsonaro e Lula para o setor apresentam caminhos distintos. A primeira aposta em forte participação privada, com ampliação de concessões e PPPs, além de investimentos em armazenagem, internet rural e obras hídricas. Já a de Lula prioriza o Novo PAC, a integração logística, novas concessões ferroviárias, expansão do 5G no campo e investimentos em energia rural renovável.
Entidades do setor, como FPA, Aprosoja Brasil e Abrapa, cobram soluções mais rápidas e coordenadas. Para elas, o avanço da produção dentro da porteira precisa vir acompanhado de obras e planejamento fora dela, com foco em ferrovias, portos, armazenagem e conectividade.
As organizações do setor, como a FPA, a Aprosoja Brasil e a Abrapa, reforçam que os avanços dentro da porteira precisam ser acompanhados por melhorias fora dela. A falta de infraestrutura compatível com o tamanho da produção é um ponto crítico para todas elas.
A Aprosoja Brasil defende a viabilização urgente da Ferrogrão e da FICO, projetos vitais para baratear o transporte de grãos. Já a Abrapa ressalta que a competitividade da cotonicultura depende diretamente de investimentos em portos e ferrovias eficientes.
A mensagem central das entidades é clara, pois o Brasil precisa de um planejamento logístico integrado e moderno. Somente com a superação desses gargalos, a infraestrutura do agro conseguirá sustentar o crescimento contínuo da atividade agrícola brasileira.
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Com informações da CNN///
