Um dia de Luta, assim, está sendo chamado a paralisação com protesto realizado na manhã desta quinta-feira, 2/10, na Porta da Prefeitura de Petrolina, Pernambuco, pelos servidores temporários da área da educação. A Avenida Guararapes, área central da cidade, teve que ser interditada às pressas por guardas de trânsito, para evitar acidentes entre veículos e manifestantes.
Com faixas, cartazes e palavra de ordens os manifestantes gritaram por melhores condições de trabalhos entre outras pautas, eles reivindicaram a presença do prefeito Simão Durando, mas receberam a informação de interlocutores do gestor que Simão estaria no Projeto Maria Teresa e possivelmente retornaria para receber os representantes do protesto, mas o encontro entre o prefeito Simão e os coordenadores do manifesto não aconteceu.
A espera do prefeito, a servidora afastada da prefeitura de Petrolina, Mariana Cordeiro, endossou a manifestação e detalhou as principais reivindicações do protesto desta quinta.
“Estamos aqui com as principais reivindicações, de nenhuma demissão por esse processo de paralisação e negociação com viés de perseguição e retaliação política. Eu (Mariana Cordeiro) e outra liderança (Tainá), fomos demitidas do quadro de assistentes educacionais e isso ocorreu como forma de retaliação (…)”, afirmou.
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Não sabemos ainda o motivo do silêncio da prefeitura de Petrolina, por meio da secretaria de comunicação, mas reservamos o espaço para o amplo contraditório.
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Por Jean Brito, jornalista///

