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Lula revela que vai disputar quarto mandato

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Não que ainda houvesse muita dúvida. Mas o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, em viagem à Indonésia, que vai tentar a reeleição em 2026 e disputar seu quarto mandato. A declaração foi feita durante discurso realizado em Jacarta. “Eu vou disputar um quarto mandato no Brasil. Então, estou lhe dizendo que ainda vamos nos encontrar muitas vezes. Esse meu mandato só termina em 2026, no final do ano. Mas estou preparado para disputar outras eleições”, disse Lula ao colega Prabowo Subianto. Mais adiante, ao falar da possibilidade de ser reeleito, Lula afirmou que, em um eventual novo mandato, não vai ser “o presidente da República que está pensando na sua reeleição, vou ser o presidente que vai estar pensando em governar o país por quatro anos e deixá-lo tinindo, tinindo”. A viagem de Lula à Ásia tem como próxima parada Kuala Lumpur, na Malásia, para participar da cúpula da Asean, a Associação das Nações do Sudeste Asiático, onde está previsto que ele se encontre com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no domingo. (Folha)

Enquanto isso, dois ícones do bolsonarismo tiveram uma quarta-feira de emoções opostas. O Ministério Público da Itália deu aval ao pedido de extradição para o Brasil da deputada Carla Zambelli (PL-SP), presa em Roma desde julho. A parlamentar, que tem dupla cidadania, fugiu para a Itália após ser condenada no Supremo Tribunal Federal (STF) a dez anos de prisão por ter ordenado um ataque hacker aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Em agosto, ela sofreu uma nova condenação na Corte, a cinco anos e três meses por porte ilegal de arma de fogo. A defesa de Zambelli minimizou o parecer da procuradoria italiana dizendo ser esse o “papel do Ministério Público” e reclamou por não ter acesso a esses documentos. A decisão final sobre a extradição será tomada pelo Ministério da Justiça da Itália. (UOL)

 Eduardo Bolsonaro (PL-SP), deputado que está desde fevereiro nos EUA articulando por sanções ao Brasil, viu o Conselho de Ética da Câmara decidir, por 11 votos a 7, arquivar uma ação movida pelo PT que poderia levar a sua cassação. Segundo o relator do caso, deputado Delegado Marcelo Freitas (União Brasil-MG), “é legítimo que qualquer parlamentar possa se manifestar em território nacional ou estrangeiro”. Já o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), disse que vai recorrer ao Plenário. (CNN Brasil).

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