O cenário político brasileiro para as Eleições 2026 apresenta uma movimentação intensa, conforme revelam os números mais recentes sobre a preferência do eleitorado nacional. A disputa, que antes parecia consolidada, agora mostra sinais de um equilíbrio crescente entre os nomes postos.
O levantamento traz um alerta importante para o governo, já que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva viu sua liderança numérica encolher diante do avanço de nomes da oposição. Essa mudança altera a percepção do pleito que se aproxima, conforme informação divulgada pela pesquisa BTG/Nexus nesta segunda feira.
A seguir, detalhamos como o eleitorado está reagindo aos nomes testados e quais são os principais pontos de atenção deste estudo, que mapeia as tendências para as Eleições 2026.
Crescimento de Flávio Bolsonaro e empate no primeiro turno
No primeiro turno das Eleições 2026, o presidente Lula aparece com 41% das intenções de voto, enquanto o senador Flávio Bolsonaro registra 37%. Embora o petista lidere, a distância entre os dois caiu para apenas 4 pontos percentuais, configurando um empate técnico dentro da margem de erro de 2 pontos.
Este movimento representa uma recuperação significativa do filho 01 do ex-presidente, que subiu 4 pontos desde a última sondagem, enquanto Lula recuou um ponto. É a menor diferença registrada entre ambos desde o mês de abril, segundo a série histórica do instituto.
Dificuldades no segundo turno e rejeição
Quando o assunto é o segundo turno das Eleições 2026, o cenário é de maior aperto. Lula empata tecnicamente com Flávio Bolsonaro, com 46% contra 45%, e também divide o mesmo patamar com o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, registrando 46% a 42%.
Outro ponto de destaque é o índice de rejeição. O levantamento aponta que Lula e Flávio Bolsonaro estão empatados com 49% de rejeição cada. Esse indicador é fundamental para entender o comportamento do eleitor nas Eleições 2026, pois reflete o limite de crescimento de cada candidatura.
Avaliação da gestão atual
A gestão do governo Lula também enfrenta um momento de equilíbrio instável. A aprovação do governo está em 47%, enquanto a desaprovação atingiu 48%, configurando um empate técnico. Na avaliação qualitativa, 37% consideram a administração ótima ou boa, contra 43% que a classificam como ruim ou péssima.
Metodologia da pesquisa
O estudo, que fornece um panorama crucial para as Eleições 2026, ouviu 2.002 eleitores entre os dias 31 de julho e 2 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima ou para baixo, com intervalo de confiança de 95%, estando devidamente registrada no TSE sob o número BR 02874/2026.
As informações são do Metrópoles
