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Soldados da PM são presos em flagrante após adolescente ser ameaçada de morte durante estupro em terreno baldio na zona leste de São Paulo

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Um caso de extrema gravidade chocou a capital paulista nesta segunda-feira, dia 24 de agosto. Dois soldados da Polícia Militar, que estavam de folga, foram detidos após serem acusados de envolvimento em um roubo e no estupro de uma menor de idade.

As vítimas conheceram os suspeitos em um posto de combustíveis na Avenida Itaquera. Sem saber que se tratavam de agentes da segurança pública, elas aceitaram uma carona, o que deu início a um pesadelo que durou horas pela região.

Conforme informações divulgadas pela coluna do Metrópoles, os militares foram identificados como Victor Miguel Sebastião da Silva, de 27 anos, e Willian Santana Santos, de 24 anos, ambos lotados no 2º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano.

Ameaças constantes e o momento do crime

Durante o percurso, os suspeitos anunciaram um roubo e exigiram os celulares das vítimas. Enquanto dois jovens foram forçados a descer do veículo, a adolescente de 17 anos permaneceu no carro com um dos militares, sendo levada a um terreno baldio.

Segundo o relato prestado pela mãe da jovem à polícia, a vítima foi submetida a momentos de terror. Sua filha afirmou que foi ameaçada de ser atingida por disparo de arma de fogo caso não obedecesse às ordens do indivíduo, conforme consta nos registros oficiais.

Identificação e prisão dos militares

A descoberta da identidade dos criminosos ocorreu quando a polícia verificou que o carro utilizado, um Volkswagen Fox, pertencia a um PM que deveria assumir o serviço horas depois. Os dois foram apresentados no 24º DP, na Ponte Rasa.

Para garantir que o reconhecimento fosse imparcial, os soldados foram obrigados a retirar a farda antes de serem colocados diante das vítimas. As jovens reconheceram os homens, confirmando a participação deles em todos os atos criminosos relatados.

Posicionamento das autoridades sobre o caso

O caso está sendo acompanhado de perto pela Corregedoria da Polícia Militar. Em nota oficial, a corporação declarou que não tolera desvios de conduta e que agiu com firmeza assim que tomou conhecimento da gravidade das denúncias apresentadas.

A instituição reforçou que o episódio está sendo apurado com o máximo rigor, por meio de um Inquérito Policial Militar (IPM), além de seguir sob investigação detalhada conduzida pela Polícia Civil de São Paulo para garantir a justiça.

 

Fonte: Metrópoles.

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