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TCM apoia campanha “Fora da escola não pode”

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Com boa parte das escolas privadas retornando as aulas presenciais em meio à pandemia em quase todo o país, e as públicas só de forma virtual, a evasão escolar aumentou em 2020. Estudantes da rede estadual e municipal esperam pelo retorno das aulas na sala de aula com o reencontro do quadro negro.

Em contrapartida, a Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) e o Instituto Rui Barbosa (IRB), por meio do Comitê Técnico de Educação do IRB (CTE-IRB), aderiram à campanha “Fora da escola não pode”, desenvolvida pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em parceria com a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

A iniciativa faz parte do acordo firmado com o Unicef e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e prevê ações de colaboração voltadas à capacitação, ao monitoramento, ao engajamento e à mobilização dos gestores públicos municipais, distritais e estaduais, e outros agentes para enfrentamento da exclusão e da cultura do fracasso escolar na educação básica. Durante a campanha serão disponibilizados materiais e orientações para que Municípios e Estados possam enfrentar o abandono e a evasão escolares.

A evasão e o abandono já representavam alguns dos problemas críticos na área da educação antes da pandemia, e o cenário de crise sanitária agravou esse quadro. Uma pesquisa da Pnad Covid-19/IBGE indicou que, em outubro de 2020, um contingente de 5,5 milhões de meninos e meninas de 6 a 17 anos não tinha tido acesso a atividades escolares ao longo desse ano letivo. Na Bahia, por exemplo, estudantes da rede estadual de ensino não tiveram aulas virtuais no ano passado.

(Com informação do TCM)

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