“Tem gente se escalando nessa eleição, mas não está pensando em 2022. Está pensando em arrumar confusão lá pra frente. A peia na eleição para prefeito, nós vamos dar em 2024. Anota aí Carlinhos (Carlos Andrade Lila, candidato ao Senado) você vai ser o senador vais votado proporcionalmente. Miguel precisa disso para entregar ao senador dele”, alfinetou Fernandinho.
Em seguida, veio o senador e pai de Miguel Fernando Filho e Antônio Coelho, deputado estadual também disputando a reeleição pelo UB, que não analisou não, bateu ‘com força’ no seu ex-desafeto e que parece que voltou a ser, mesmo que Guilherme Coelho em 2016, tivesse deixado em 2016, o grupo do ex-prefeito Julio Lóssio, para se juntar e reunir a família Coelho de novo.
Pelos discursos desta terça, 16, no ato de começo de campanha de Miguel, essa trégua durou só um governo Miguel e pouco mais de 2 anos do segundo.
Fernando Bezerra disse que estava respondendo aos diversos questionamentos sobre porque não votar no primo e ex-aliado e pedir o voto no empresário Carlos Andrade Lima. “Eu não vou estar na urna, mas quero pedir o voto
“Muitos nos questionam por que não voar no meu primo tão próximo. Eu devolvo a pergunta: porque um primo tão próximo, no em que Petrolina tem a chance de governar Pernambuco, achou no direito de ir atrás de outro adversário. Ele não merece nem o nosso respeito, nem a nossa admiração, por isso quero que vocês me deem alegria de ver Carlos Andrade como o senador mais votado de Petrolina”, detonou FBC.
Ai veio o candidato ao senado, Carlos Andrade, que ‘pegou ar’, outro termo do Nordeste, e se animou. “E por falar em senador, tem candidato por aí dizendo que é o senador de Miguel. E Miguel já disse só tem um candidato a senador e ele se chama Carlos de Andrade Lima”, discursou.
Por fim, Miguel Coelho completou a série de desaforos que Guilherme Coelho recebeu, indiretamente, somente por não quiser permanecer no palanque de outra banda dos ‘Coelhos’.
“Nosso senador só não tem Coelho no nome, mas é muito mais Coelho de um que tem aqui em Petrolina”, detonou o candidato a governador do União Brasil tendo como alvo, o primo e ex-aliado, Guilherme Coelho.
Com informações do Tribuna Nordeste


