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Doleiro Bruno Farina tem prisão decretada por falta de pagamento de pensão alimentícia

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O doleiro Bruno Farina, um dos denunciados da operação “Câmbio, Desligo”, desdobramento da “Lava Jato”, pode ser preso a qualquer momento. O Tribunal de Justiça de São Paulo decretou a prisão do doleiro por falta de pagamento de pensão alimentícia. Segundo o mandado de prisão, Farina deve às três filhas do primeiro casamento o valor de R$136.245,18, pelo não pagamento de pensão alimentícia no período de agosto a outubro de 2019. No total, Farina já acumula uma dívida de R $6 milhões de reais e já foi preso duas vezes pelo mesmo motivo.

O advogado Anderson Albuquerque, autor do processo, está à disposição para falar sobre o pedido de prisão. Especialista em direito de família, Albuquerque desmentiu o doleiro que alegou não possuir condições de trabalhar nem conseguir rendimentos, e que deveria ser exonerado da obrigação alimentar. A ação demonstrou que o executado mantém padrão de vida elevado, pois acumulou fortunas ao ter sido sócio do Sr. Dario Messer, conhecido como o “doleiro dos doleiros”, e ao vender sua empresa “Action Banco” ao Banco Rendimentos por US $40 milhões.

O doleiro Bruno Farina mora atualmente em Foz do Iguaçu, no Paraná.

Operação “Lava Jato”

O doleiro Bruno Farina foi preso no Paraguai em 2018 pela Interpol. Farina foi sócio de Dario Messer, chamado pelo Ministério Público Federal (MPF) brasileiro de “doleiro dos doleiros”, e foi um dos 62 denunciados da operação “Câmbio, Desligo”, desdobramento da “Lava Jato”.

O doleiro era procurado por suspeita de crimes de corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Segundo denúncia do MPF, o grupo atuava desde a década de 1990.

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Fonte: Renata Sbrissa
Assessora de Imprensa

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