“Não podemos aceitar esse absurdo que nada mais é que uma falta de respeito com os educadores após esses longos quatro meses de espera por um reajuste que é direito de todos (…)”, destaca Gilmar Nery, diretor da APLB Sindicato em Juazeiro.
A proposta da APLB aprovada em assembleia pelos professores considera a paridade, o retroativo, a integralidade e reajuste na carreira para os trabalhadores em educação ativos e também os que fazem parte do IPJ foi de pagamento de 9% imediato retroativo a janeiro e 3% não retroativo a serem pagos em setembro e novembro.
A sessão na Câmara de Vereadores prevista para acontecer nesta quarta-feira (19) foi encerrada por falta de quórum porque até o horário marcado para a sessão o projeto de lei não havia sido enviado pela prefeitura. Para os professores presentes, o que fica é a sensação de desrespeito para com a categoria.
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Com informações da Ascom/APLB
Foto: Fábio Martins

