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Dizem que a internet não é para crianças… mas e se elas aprendessem a utilizá-la com segurança?

A recente polêmica envolvendo a exposição e a adultização de crianças nas redes sociais acendeu um alerta importante para pais e responsáveis. O debate foi fomentado pelo Youtuber Felca, que publicou um vídeo fazendo denúncias sobre o assunto. Considerado como estopim de uma grande reação em cadeia, o vídeo em questão já possui mais de 48 milhões de visualizações com impactos positivos imensuráveis.

A discussão apresentada traz à tona a necessidade de refletir sobre como os pequenos estão consumindo conteúdos online e de que maneira estão sendo impactados pelo tempo de tela. Em um recorte do vídeo, o Youtuber afirma que “Internet não é lugar para crianças”, mas será mesmo? A questão não está somente na quantidade de horas diante de celulares, computadores e tablets com acessos a redes sociais, mas principalmente no tipo de uso que é feito desses dispositivos.

Remover a tela não é resolver o problema, e sim mitigá-lo. As pessoas precisam se conscientizar do uso, saber como aproveitar o melhor da tecnologia e dosar o tempo de exposição. Segundo Marco Giroto, fundador da SuperGeeks, primeira escola de programação e robótica para crianças e adolescentes no Brasil, a tecnologia deve ser tratada como uma ferramenta de aprendizado. “A retirada das telas não é a solução. O caminho é oferecer experiências produtivas e seguras, em que a criança possa desenvolver habilidades criativas, como programação e pensamento lógico, em vez de se expor a riscos”, destaca o especialista.

Giroto ainda explica que com mais conhecimento das ferramentas e plataformas, a criança se torna menos vulnerável a conteúdos inadequados, que afetam sua autoestima, identidade e até mesmo sua segurança no ambiente digital. Tendo isso em vista, o contato com a tecnologia hoje em dia deve ser incentivado e não ceifado.

Além disso, se qualificar na área de tecnologia hoje em dia é um diferencial: “Cada vez mais o mercado de trabalho demanda profissionais qualificados em IA, robótica e programação. Quando iniciada a aprendizagem ainda jovem, as chances de se tornar um grande especialista renomado são grandes, além de aprenderem a se defender no mundo virtual nos momentos de lazer”, comenta.

Nessa perspectiva, há a necessidade de conscientização sobre o uso das telas por menores de idade, visando que essa utilização seja o mais produtiva possível, se esquivando de ambientes perigosos e maliciosos. Lembre-se, a tecnologia não é a vilã, mas sim uma facilitadora de processos e ações, estar preparado para as demandas crescentes do mercado é essencial.

Sobre

A rede de franquias SuperGeeks nasceu com o objetivo de formar não somente consumidores, mas também criadores de tecnologia. Desde 2014, a marca assume uma posição importante ao preparar as novas gerações para os desafios e oportunidades do futuro tecnológico, dedicando-se a ensinar programação e robótica de maneira lúdica e criativa, atendendo a todas as faixas etárias.

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