Sem responder alguns questionamentos dos profissionais da educação que em contato com a produção de jornalismo do Blog do Jean Brito, na noite da segunda (3 de janeiro), questionaram ao prefeito Miguel Coelho do DEM, sobre o paradeiro dos R$ 300 milhões da verba do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB) para rateio entre os educadores do município. A Prefeitura de Petrolina, por meio da secretaria da Educação disse que realiza nesta quinta-feira (6), o pagamento da 2ª parcela de rateio dos recursos do FUNDEB.
Conforme a nota da prefeitura, o pagamento do abono será realizado conforme a Lei Municipal 3.477, de 30 de novembro de 2021, em consonância com a Lei Federal 14.113, de 25 de dezembro de 2020, recentemente alterada pela lei 14.276 de 27 de dezembro de 2021. Mais de 6 mil servidores, em efetivo exercício na rede de ensino, receberão o benefício, orçado no valor de mais de R$ 26 milhões.
Os educadores ressaltaram inclusive que, “esses valores deveriam ser pagos até o dia 31 de dezembro sob pena de os recursos voltarem para Brasília, mas não pagaram, será se o dinheiro voltou a Brasília? Agora por que o prefeito prefere que o dinheiro volte a Brasília que valorizar seus professores?”, questionam os educadores na bronca com Miguel.
A nota da prefeitura enfatiza ainda que – o pagamento da segunda parcela será referente a 1,929% do salário do servidor do mês de novembro de 2021. São considerados profissionais da educação básica: docentes, profissionais no exercício de funções de suporte pedagógico direto à docência, de direção, ou administração escolar, planejamento, inspeção, supervisão, orientação educacional, coordenação e assessoramento pedagógico, profissionais de função de apoio técnico, administrativo ou operacional em efetivo exercício na rede de ensino de educação básica.
O secretário de Educação, Cultura e Esportes, Plínio Amorim, destaca que nunca na história de Petrolina os profissionais da educação foram tão valorizados, como na gestão do prefeito Miguel Coelho.
Mas para os professores exonerados em dezembro do ano passado:
“Isso foi um golpe tremendo a nós professores, vale ressaltar que não recebemos bem da prefeitura como professores, mesmo o município de Petrolina sendo rico”, afirmou uma educadora.

