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Senar Pernambuco investe na fertirrigação no Vale do São Francisco

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A fertirrigação, importante técnica que utiliza a irrigação como veículo para aplicar nutrientes e promover a fertilização do solo, foi tema de uma capacitação realizada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Pernambuco (Senar-PE) para técnicos responsáveis pela Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) no Vale do São Francisco, em Petrolina, no Sertão pernambucano.

A formação “Manejo de Fertirrigação e Nutrição Vegetal” reuniu mais de 50 profissionais e foi ministrada pelo engenheiro-agrônomo e especialista no tema, Luiz Dimenstein.

De acordo com o coordenador da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) do Senar Pernambuco, Adriano Pontes, a fertirrigação auxilia na economia do custo de produção.

“Existem várias formas de fazer a fertilização do solo para que a planta possa absorver. No Vale do São Francisco, pela alta tecnologia que existe, alguns produtores utilizam a irrigação para fazer a fertilização do solo. Isso é uma forma bem mais eficiente de trabalhar a fertilidade. Na fertirrigação, o manejo é muito mais fácil e a mão de obra é muito menor. Um problema muito comum em toda a atividade da agropecuária é o alto custo com mão de obra e a escassez. Através da fertirrigação você tem uma economia no custo de produção de uma unidade de qualquer cultura, como uva e manga, por exemplo”, destacou.

A formação foi dividida nos conhecimentos sobre fertirrigação, principais nutrientes, equipamentos – eficiência operacional, aplicabilidade – dimensionamento, e resultados agronômicos.

A técnica de campo da ATeG, Simonica Sousa, que participou da formação, destacou a importância do investimento em novas tecnologias nas propriedades do Vale do São Francisco. Os técnicos do Senar Pernambuco atendem, em média, 1.500 produtores da fruticultura perene na região.

“Essa capacitação permitiu um maior entendimento dessa tecnologia e da aplicabilidade, é uma tecnologia promissora, simples e de fácil manejo. As novas tecnologias devem ser inseridas nas propriedades do Vale do São Francisco, que são consideravelmente grandes com um elevado custo investido. Investir em adequação tecnológica é, além de economizar, maximizar os resultados produtivos. Essa tecnologia permite a alteração na adubação a qualquer momento, porque é uma leitura que é feita com intervalos periódicos mais curtos, permitindo que essas alterações sejam feitas em qualquer fase da cultura”, pontuou.

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