No tabuleiro político do quarto maior colégio eleitoral de Pernambuco, em Petrolina, no Sertão do São Francisco, pensadores dos caminhos das eleições 2022 ressaltam que o candidato a governador Miguel Coelho, mesmo percorrendo algumas cidades do litoral do estado não conseguiu avançar nas pesquisas. O candidato sertanejo está numa espécie de congelamento e nas últimas pesquisas de intenções de voto aparece em quarto ou quinto lugar.
Prova disso, é o resultado da pesquisa estimulada encomendada pela Folha de Pernambuco, em parceria com o IPESPE – Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas, divulgada na madrugada desta segunda-feira, 4, sobre a corrida eleitoral ao Governo. Nesta, a pré-candidata Marilia Arraes (SD) figura na liderança com 29%.
Com uma margem de erro de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, Raquel Lyra (PSDB) soma 13% -; Anderson Ferreira (PL), com 12%, Danilo Cabral (PSB), com 10% e Miguel Coelho (UB), com 9%, aparecem empatados nos limites da margem de erro. Os candidatos João Arnaldo (PSOL) e Wellington Carneiro (PTB) têm 1% cada. Esteves Jacinto (PRTB) e Jadilson Bombeiro (PMB) não chegaram a 1%. O nome do pré-candidato Jones Manoel (PCB) constava na lista estimulada, mas não foi mencionado por nenhum respondente.
Para responder à pergunta, citada no título deste texto que questiona, por que Miguel Coelho está congelado e não sobe nas pesquisas em 2022? Um dos pensadores da política da Terra dos Impossíveis (Petrolina) sugere que:
“As eleições 2022 são nacionalizadas e ele (Miguel) tem apenas o apoio de Luciano Bivar (pré-candidato a presidente) que vale destacar é um cara que não está pontuando nas pesquisas. Como é que um candidato desses vai crescer? Só quem está crescendo são os candidatos com apoio direto ou indireto de Lula e Bolsonaro”, afirma.
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Da Redação

