Em decisão nesta terça-feira, 21, a Primeira Turma do Superior Tribunal de Justiça, por unanimidade, determinou a reintegração do ex-presidente do SINPOL e Comissário de Polícia Áureo Cisneiros.
Para o sindicato, a demissão de Áureo é considerada um ato arbitrário e de persecutório e por isso, desde então, o SINPOL-PE manteve seus proventos, dando-lhe total suporte financeiro e jurídico, uma vez que sua demissão se deu no contexto da atividade sindical.
“Infelizmente a perseguição político-administrativa dos integrantes da diretoria do SINPOL-PE pelo governo do Estado, através da corregedoria da SDS, era uma prática rotineira. Ao todo foram 17 processos administrativos (PAD’s), com pedido de demissão também direcionado ao então vice e atual presidente do SINPOL, Rafael Cavalcanti, além de outros diretores”, diz trecho da nota publicada no site da categoria.
Para o departamento jurídico do sindicato, a reintegração de Áureo Cisneiros representa nova conquista sindical em defesa de um policial na qual o SINPOL-PE trabalhou incansavelmente para que tal injustiça fosse revertida.

