ACM Neto (União Brasil) escolheu a ExpoGuanambi, nesta quinta-feira (14), para reforçar sua pré-candidatura ao Governo da Bahia e endurecer as críticas ao governador Jerônimo Rodrigues. Diante de lideranças da oposição baiana reunidas no evento, o ex-prefeito de Salvador apontou saúde e segurança pública como “os dois maiores dramas” vividos pelos baianos hoje.
A agenda reuniu nomes como o deputado federal Arthur Maia, o deputado estadual Tiago Correia, o pré-candidato a vice-governador Zé Cocá, o presidente estadual do PL e pré-candidato ao Senado João Roma, o senador Angelo Coronel, além de prefeitos de municípios como Luís Eduardo Magalhães, Porto Seguro, Macaúbas e Lagoa Real.
Na área da saúde, Neto foi direto na crítica ao governo estadual. Usou como exemplo a ampliação do Hospital Regional de Guanambi – prometida em 2022 e não entregue — para ilustrar o que chamou de gestão de promessas repetidas.

“Quatro anos se passaram. Reformaram alguns leitos, mas ampliação não houve. E agora eles voltam aqui para prometer novamente a mesma coisa que já tinham prometido há quatro anos.”, disse ACM Neto, pré-candidato ao governo da Bahia.
O pré-candidato também criticou a situação da regulação no estado, afirmando que pacientes esperam semanas por cirurgias ortopédicas e de traumatologia. Segundo ele, o Hospital do Oeste vive com fila de ambulâncias na porta e pacientes do interior chegam a ser encaminhados para Brasília por falta de vagas na Bahia.
Entre as propostas, Neto defendeu a ampliação da rede hospitalar regional, a transformação de hospitais municipais em unidades microrregionais com UTI e urgência e emergência, além da compra de vagas na rede privada e filantrópica.
Segurança: “A violência tomou conta da Bahia”, disparou Neto…
Na segurança pública, o tom foi igualmente duro. Neto afirmou que o estado paga hoje o preço de uma política que classificou como “omissa, permissiva e fantasiosa” — e que o problema chegou até onde antes parecia impossível.
“Hoje não existe mais aquele privilégio de viver com a porta aberta no interior. A violência tomou conta da Bahia.”
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Fonte: Ascom ACM

