Primeiramente, com o prefeito Miguel Coelho (MDB) em pré-campanha para o Palácio do Campos das Princesas, e o governador Paulo Câmara (PSB) distante de Petrolina, há mais de ano, a população que mora em áreas irrigadas reclama na imprensa, da falta de manutenção das estradas do Burrinho ao N-3, por isso, o aumento de buracos contribui dessa forma para os acidentes de trânsito nas localidades.
Entenda a reivindicação
Para o líder comunitário Etinho Gomes, o serviço nas referidas estradas é de competência do Governo do Estado de Pernambuco, dessa forma, a comunidade sofre:“ Olha, ali é uma PE, mas o Governo do Estado, governa de costas para Petrolina, dessa forma, a comunidade vem sofrendo com a buraqueira nas estradas do Burrinho ao N-3”, argumentou.
Os trabalhadores da fruticultura e os produtores, contudo, esperaram, uma solução que resolva o problema dos buracos nas estradas, do Burrinho ao N-3. As áreas irrigadas, contribuem com a economia da cidade de Petrolina, portanto, através da produção de frutas e dessa forma esperam continuar a exportar frutas de forma rápida, segura e de qualidade, para as cidades brasileiras, bem como, para o exterior.
As áreas irrigadas são responsáveis para a manutenção de empregos nesse período da pandemia da Covid-19, inimigo invisível que prejudica a economia mundial.
Mercado de Trabalho
Trabalhador Rural é um cargo que está com altíssima demanda no mercado de trabalho de Petrolina nos últimos meses.
No período de abril de 2020 a março de 2021, destaca-se um aumento de 63.64% nas contratações formais com carteira assinada, em regime integral de trabalho.
Ressalta-se que o Trabalhador rural que atua na cidade de Petrolina, ganha entre R$ 1.045,00 (média do piso salarial 2021, de acordos, convenções coletivas e dissídios) e o teto salarial de R$ 1.368,72, sendo que a média salarial fica em R$ 1.101,58 para uma jornada de trabalho de 44 horas semanais.
Dados do CAGED
Dados oficiais divulgados do Novo CAGED, eSocial e Empregador Web divulgados pela Secretaria da Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (antigo MTE), destaca como conclusão, uma amostragem de 322 salários de profissionais admitidos e desligados oficialmente pelas empresas.
(Da Redação do Jean Brito Notícias)

