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Ato ecumênico em memória as vítimas da pandemia e gritos #foraBolsonaro acontecem em Petrolina neste sábado (24)

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Os protestos contra o governo Bolsonaro crescem em todo Brasil. Com foco no impeachment, mais vacinas contra a Covid-19, além do auxílio de R$ 600 e contra a reforma administrativa e as privatizações, o ato do sábado, 24 de julho (#24J), também será realizado em Petrolina-PE. A concentração, marcada para às 9h, será na praça da Catedral, onde também será realizada uma celebração ecumênica em memória das mais de 500 mil vítimas da pandemia. Confira a lista de entidades que confirmaram participação.

– Movimento Fé e Vida (Socorro Ferreira)

– Centro Ecumênico de Estudos Bíblicos – Cebi (Wilson Alencar)

– Movimento dxs Trabalhadorxs Cristãs/ãos – MTC (Benedito Ramos)

– Candomblé – Ilê Darà Axé Omo Logun Edé (Pai Adeílson)

– Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – IEAB (Herlon Bezerra)

– Espiritismo (Gilberto Santana)

– Ateísmo (Chico Egídio)

– Católico (Zezinho de Mindu/ex-seminarista)

– Umbanda (em articulação)

– Evangélicos (em articulação)

Os atos acontecem no momento em que o Brasil atinge a marca de mais de 540 mil mortos, 18,4 mil só em Pernambuco. Além disso, o país já soma mais de 14 milhões de desempregados.

Os movimentos sociais, entidades sindicais, sociais e estudantes, que organizam a ação, acreditam que o protesto deste sábado será o maior dos três que já ocorreram, em 19 e 29 de junho e 3 de julho. A organização recomenda que os manifestantes respeitem todos os protocolos de segurança sanitária, como o uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento.

Um dos objetivos do ato é pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) a pautar um dos 120 pedidos de impeachment de Bolsonaro. O mais recente, conhecido como “super pedido”, foi protocolado em 30 de junho por entidades, lideranças, partidos políticos (de esquerda e direita) e movimentos sociais.

Na última manifestação, realizada em 3 de julho (#3J), cerca de 300 pessoas participaram do ato em Petrolina, entre representantes de sindicatos, partidos políticos, como UP, PT, PCB, PSOL, PCdoB e de movimentos sociais.

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