Desde que assumiu a cadeira do Paço Municipal juazeirense como a primeira mulher a administrar o município baiano, a prefeita Suzana Ramos do PSDB, tem perdido pontos no quesito aprovação dos seus 64.229 eleitores que acreditaram na ideia do “Conto de Fadas” da Construção de ‘Um Novo Tempo de Trabalho em Juazeiro’. Nem parece aquela Suzana que outrora quando vereadora recebia em sua residência no Centro da cidade, homens e mulheres do interior em busca de apoio para atendimento médico e eram bem recebidos com direito a café da manhã e uma boa conversa hospitaleira.
Nas ruas de Juazeiro a população destaca como principal motivo da baixa popularidade de Suzana, as promessas políticas apresentadas na sua plataforma de governo, reverberada nos quatro cantos da Terra da Bossa Nova nas visitas às comunidades, ou seja, tudo aquilo que ela planejava realizar quando fosse eleita. Das promessas que a então candidata fizera em 2020, destacam: Casa de Parto, Juá Card (cartão com crédito de R$ 150 reais para famílias de baixa renda), fim da Zona Azul, Anel Viário entre outras que estão trancadas nas gavetas do gabinete da gestora e sua equipe.
O desgaste da prefeita também repercute no meio político, na Câmara de Vereadores, por exemplo, o ex-presidente da Casa Aprígio Duarte – vereador Alex Tanuri, disparou que “Juazeiro passa pelo maior ESTELIONATO ELEITORAL da história”, acredita o parlamentar.
Percebendo que está precisando dar um freio de arrumação no Governo Um Novo Tempo de Trabalho por Juazeiro, a prefeita ensaiou em novembro do ano passado um Reforma Administrativa, mas como 2022, é uma ano de eleições, a gestora está tendo dificuldades para exonerar pessoas que estiveram ao lado dela no tempo das vacas magras. Com a prefeitura recheada de políticos e carente de secretários técnicos na condução do seu mandato, Suzana Ramos surfa na impopularidade que pode respingar nos políticos que esperam ter seu apoio nas eleições vindouras.

