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“Para você ver alguém da Chesf por aqui é muito difícil”, diz pescador de Juazeiro

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Com as alterações de vazão e das condições de cheia no Rio São Francisco, famílias ribeirinhas a cada dia percebem o aumento do volume da água batendo às portas das residências. Com a liberada do precioso líquido pelas comportas da barragem do lago de Sobradinho, na Bahia, após chuvas que caíram na região de Três Marias, em Minas Gerais, a companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) tem liberado 500 metros cúbicos por segundo (m³/s) a cada dois dias. No dia 24, as usinas hidrelétricas de Sobradinho (BA) e Xingó (AL) estarão liberando 4.000 m³/s.

Preocupado com essa estatística, o pescador artesanal – Erenildo de Souza, 58 anos, popular (Leleco) uma das figuras mais emblemáticas do Angari, que exerce a atividade de pesca profissional de forma autônoma, chama atenção para a ausência da Chesf neste momento de aflição diante da terceira cheia do Velho Chico a qual ele e as famílias ribeirinhas irão enfrentar.

Segundo Leleco pescador, além de alertas sobre as cheias do rio na imprensa, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), ainda deixa a desejar no apoio as famílias ribeirinhas. Veja parte da entrevista concedida ao Jbrito na tarde desta quarta-feira (19/1).

A assessoria da Chesf informou que: “A empresa é para gerar energia elétrica e não tem esse papel social é importante que a comunidade entenda que a reponsabilidade social nesse caso cabe à prefeitura, Defesa Civil e o Ministério da Pesca”, destaca a assessoria de imprensa da Chesf”.

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