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‘As coisas têm ido de mal a pior dentro das novas sementes’, revela servidora da prefeitura de Petrolina, em artigo

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Após uma professora da rede municipal de ensino de Petrolina, no sertão de Pernambuco, afirmar por meio de artigo enviado a este site na quarta-feira, dia 10, que: “Me sinto escravizada pela prefeitura de Petrolina”. Na noite desta sexta-feira, dia 12, mais uma servidora lotada na gestão municipal da Terra dos Impossíveis revela os bastidores da rotina produtiva dentro das unidades do Nova Semente (creches infantis) sob o comando da gestão Novo Tempo, administrada pela prefeito Simão Durando (União Brasil).

De acordo com a assistente educacional, a qual conhecemos, e que pede anonimato nessa denúncia, a situação dentro das unidades do Nova Semente ‘vai de mal a pior’. Bora conferir o artigo da educadora petrolinense, no texto que se segue, nas próximas linhas abaixo:  

— Boa noite, a toda equipe do Blog JBrito Notícias, vi a reportagem de vocês sobre a professora que se sente escravizada. Sou assistente educacional (do Nova Semente em Petrolina) e gostaria que as pessoas soubessem a nossa realidade.

Desde o fim do ano passado as coisas têm ido de mal a pior dentro das novas sementes, nós assistentes por muitas vezes temos que tirar dinheiro dos nossos bolsos para comprar papel higiênico, luvas e até mesmo o sabonete que damos banho nas crianças, pois a prefeitura não manda, e quando manda é um galão de 5L para uma unidade com mais de 90 crianças.

Muitas vezes trabalhamos em 3 ou 4 salas ao mesmo tempo por não ter gente suficiente e a secretaria não manda e nem justifica. Nisso ganhamos apenas o salário mínimo “seco”.

Isso não acontece em uma ou duas unidades, é na maioria, mas somos infelizmente obrigadas a ficar caladas para não perdermos nossos contratos-. Desabafa a assistente educacional, em artigo enviado ao JBrito.

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Seguindo o rito de sempre ouvir os dois lados da história, reservamos espaço para o setor de comunicação social da prefeitura de Petrolina. Até o final da publicação desse artigo do leitor, não tivemos uma resposta da prefeitura por meio da SEDUCE.

Foto: extraída da internet

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